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	<title>Notícias - Republica</title>
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	<description>Republica is an all-in-one Communication Agency that combines Strategy and Digital to think and implement ongoing solutions.</description>
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	<title>Notícias - Republica</title>
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	<item>
		<title>O impacto do RGPD no Webdesign</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/o-impacto-do-rgpd-no-webdesign/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 14:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<div id="fws_6a4fcbe0d2a17"  data-column-margin="default" data-midnight="dark"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row top-level"  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer" ><div class="row-bg viewport-desktop"  style=""></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 dark left">
	<div  class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone flex_gap_desktop_10px "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
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	<p>O RGPD (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados) foi criado em 2018 com o objetivo de regular os direitos individuais sobre privacidade e proteção de dados. Aplicado a todos os indivíduos na União Europeia e no Espaço Económico Europeu, este regulamento veio transformar o modo como as empresas lidam com os dados dos seus clientes e veio aumentar ainda mais a sua responsabilidade perante estes.</p>
<p>Não estás a par deste regulamento? Consulta o <a href="https://www.cnpd.pt/" target="_blank" rel="noopener">Website da Comissão Nacional da Protecção de Dados</a>.</p>
<p>No desenvolvimento de sites, estas normas tiveram um grande impacto nos processos de implementação e trouxeram mais regras que permitem uma maior transparência na comunicação com o utilizador, de quem são os dados pessoais e de que forma são utilizados por parte das empresas.</p>
<p>Este regulamento assenta inclusive nos princípios básicos de licitude, lealdade e transparência, limitação da finalidade, minimização de dados, exatidão, limitação da conservação e integridade e confidencialidade.<br />
Queres saber como transpor estes princípios gerais para questões práticas e ter um site que cumpra todos os princípios e normas? Segue algumas das nossas recomendações:</p>
<ul>
<li><strong>Instala um certificado SSL.</strong> Para além de melhorar a performance de SEO e a experiência do utilizador, é um elemento crucial na privacidade e segurança dos dados.</li>
<li><strong>Inclui políticas de Cookies e Privacidade</strong>
<ol>
<li>A primeira deve apresentar a funcionalidade, o tipo e o tempo, não sendo necessária a listagem específica de cada cookie;</li>
<li>A segunda irá fornecer uma explicação clara sobre o uso e a finalidade dos dados do utilizador, assim como os contactos do DPO (Encarregado da Proteção de Dados).</li>
</ol>
</li>
<li><strong>Inclui uma notificação de Cookies </strong>– Coloca um aviso de Cookies e dá a liberdade ao utilizador de aceitar ou rejeitar qualquer cookie, desde que não seja estritamente necessária. Podes rever as últimas questões sobre as <a href="https://www.mondaq.com/privacy-protection/1030082/european-law-on-cookies--portugal" target="_blank" rel="noopener">normas de Cookies em Portugal.</a></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>Formulários</strong> <strong>e consentimento</strong>
<ol>
<li>Todos os formulários inseridos no site devem ter um pisco de autorização, que nunca deve estar pré-preenchido, pois os utilizadores devem ter o poder de escolher e de preencher como entendem.</li>
<li>Todas as autorizações dadas pelo utilizador devem ser bem explicadas e divididas. Por exemplo, o utilizador deve ter uma secção para aceitar os “Termos e Condições” e outra secção para aceitar que seja contactado para efeitos de Marketing, e não uma opção única que force a escolha de ambos.</li>
</ol>
</li>
<li><strong>Plugins </strong>– Alguns plugins utilizados e essenciais para o funcionamento do site podem estar em conflito com as normas RGPD. Confirma sempre no site de cada um quais são as suas políticas, como, por exemplo, a <a href="https://docs.gravityforms.com/wordpress-gravity-forms-and-gdpr-compliance/" target="_blank" rel="noopener">explicação do plugin de Gravity Form</a>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se já segues estes processos em maior parte dos teus sites, ótimo! Se não, estes são apenas alguns passos iniciais que te podem guiar, para te tornares num expert em RGPD e segurança. Tens mais sugestões que gostarias de partilhar connosco? Ficamos à espera do teu comentário.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da organização no ambiente de trabalho.</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/a-importancia-da-organizacao-no-ambiente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 14:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republica45.com/a-importancia-da-organizacao-no-ambiente-de-trabalho/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A organização no ambiente de trabalho tem sido cada vez mais importante em ambientes corporativos. Sabemos que há não muito tempo era comum ver colaboradores escondidos atrás de uma pilha...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>organização</strong> no ambiente de trabalho tem sido cada vez mais importante em ambientes corporativos. Sabemos que há não muito tempo era comum ver colaboradores escondidos atrás de uma pilha enorme de papeis, documentos, cartões de visitas, canecas, canetas e a plantinha que foi presente da avó, porém uma vez que passamos a substituir as nossas mesas de trabalho por computadores, telefones ou tablets, principalmente em ambientes tecnológicos ou diretamente ligados a tecnologia, podemos notar as mesas mais limpas e “Áreas de Trabalho” tão afundadas em arquivos como as mesas de antigamente.</p>
<p>Mas qual a importância real de manter a vida profissional organizada? O trabalho por si só já é algo stressante, muitas coisas para resolver, clientes para gerir, funções para delegar, documentos para preencher, e imagine que diante deste turbilhão de coisas a serem cumpridas, não conseguimos sequer encontrar uma caneta. Isto acontece por que num ambiente de caos é mais difícil se ter foco. Pesquisas apontam que um dos principais fatores de <strong>sucesso</strong> na entrega de um projeto dá pelo nome de “<strong>cumprimento de prazos”, </strong>e quando estes prazos são desrespeitados, existe uma grande probabilidade de surgir o stress, os conflitos internos, a desmotivação da equipa que consequentemente se refletirá no consumidor final, muitas vezes causando a perda de clientes.</p>
<p>Podemos então ver uma empresa como um relógio, onde para garantir o funcionamento dos ponteiros, precisamos de uma série de engrenagens (que neste momento podem ser vistas como os colaboradores da empresa), em que cada “Engrenagem” é essencial para o funcionamento do sistema por inteiro, sendo assim podemos afinal ver a importância da <strong>organização</strong> individual de cada “Engrenagem” dentro de um projeto.</p>
<p>Então para ajudar, trouxemos um modelo conhecido como “Ferramenta 5S”, este modelo é muito famoso, e surgiu no Japão logo após a 2º Guerra Mundial, que foi um método criado para combater o desperdício no país, que se encontrava destruído pela guerra, e hoje é fortemente utilizado como modelo de organização não só para o trabalho como para a vida.</p>
<p>O modelo dos 5S’s é representado pelas 5 palavras: seiri (classificar), seiton (organizar), seiso (limpar), seiketsu (padronizar) e shitsuke (manter), que mais detalhadamente consistem em:</p>
<p>1 – Classificar (Seiri)</p>
<p>Esta primeira parte tem como objetivo determinar o que realmente precisa estar no seu ambiente de trabalho. Objetos que tem pouco ou nenhum uso no seu dia a dia podem atrapalhar muito mais do que ajudar.</p>
<p>2 – Organizar (Seiton)</p>
<p>Depois de definido o que é essencial para o seu ambiente de trabalho, é necessário <strong>organizar</strong>, para que tudo seja de fácil acesso, para esta parte é recomendado o uso de painéis, postits, etiquetas, pastas, listagem de <em>tasks </em>dentre outros, o importante é estar sempre a mão quando necessário.</p>
<p>3 – Limpar (Seiso)</p>
<p>Trata-se da importância de eliminar sujidade, resíduos, arquivos, etc. A limpeza do ambiente de trabalho torna o local mais agradável e ainda melhora o desempenho e a conservação de equipamentos.</p>
<p>4 – Padronizar (Seiketsu)</p>
<p>Este passo é importante para manter os passos anteriores. A classificação, a ordem e a limpeza devem seguir um padrão e uma periodicidade.</p>
<p>5 – Manter (Shitsuke)</p>
<p>Talvez o passo mais difícil de todos, que consiste em manter os passos anteriores, tornando praticamente um hábito, para que dentro de algum tempo este método esteja tão enraizado que se torne algo comum no dia a dia.</p>
<p>Ao analisar a fundo a importância da <strong>organização</strong>, percebemos que pode ser usada em todos os momentos da vida, alem do trabalho, podemos levar a <strong>organização</strong> para a vida pessoal, para os estudos, para o lazer, para a vida financeira, etc. É possível organizar tudo, melhorando a produtividade, evitando conflitos, melhorando o humor, tornando mais agradável a execução de diversas tarefas, permitindo assim no fim economizar tempo, evitar desgaste mental e físico, e proporcionar um maior foco para o que realmente importa para cada um de nós.</p>
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		<item>
		<title>Retórica Aristotélica e a Escrita Persuasiva</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/retorica-aristotelica-e-a-escrita-persuasiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 10:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para alguns, a arte de comunicar de forma persuasiva e eficaz através do uso da linguagem pode ser algo supérfluo, sem qualquer tipo de propósito &#8211; talvez não saibam como...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para alguns, a arte de comunicar de forma persuasiva e eficaz através do uso da linguagem pode ser algo supérfluo, sem qualquer tipo de propósito &#8211; talvez não saibam como tirar proveito dela. Para outros, aqueles que efetivamente dominam esta arte, têm o mundo nas suas mãos. Dá-se pelo nome de <strong><em>retórica </em></strong>a arte de bem falar e, até hoje, são poucos os que compreenderam os ensinamentos lecionados por Aristóteles. <strong>Mas o que tem a retórica que ver com a escrita persuasiva?</strong></p>
<p>Durante o século IV a.C., Aristóteles debruçava-se pela primeira vez sobre a coexistência da retórica e da persuasão, tentando assim estabelecer uma relação entre influência e o uso de uma linguagem eficaz e assertiva. Tomemos como exemplo os três meios de persuasão definidos por Aristóteles: <em>Ethos</em> – o modo como o orador influencia a audiência através da credibilidade e conhecimento adquiridos; <em>Pathos – </em>quando o orador apela às emoções nesta “outra face da moeda”, de modo a alterar o julgamento publico final; e por fim, <em>Logos</em> – é o uso do raciocínio e da razão enquanto arma argumentativa e persuasiva.</p>
<p>Apesar deste ensinamento emergente na primeira democracia do mundo contar com mais de 2000 anos de história e, consequentemente, ligeiras alterações na sua pura definição, é incontestável a intemporalidade e o quão coerente continua esta escola de pensamento. Afirmo isto enquanto copywriter, por sinal alguém que trabalha diariamente com a retórica Aristotélica e com todos os meios de persuasão acima explícitos na prática. No mundo do marketing digital, onde os copywriters soberanos são aqueles que dominam a retórica, é fulcral e imperativo captar a atenção do interlocutor para o nosso único objetivo – fazê-lo tomar a decisão que nós tencionamos.</p>
<p>Seja através do <em>Ethos</em> em que demonstramos o nosso entendimento especializado sobre o tema e partilhamos as soluções mais vantajosas para com o interlocutor, ou através do <em>Pathos</em> onde é criada uma empatia com o nosso alvo a fim de conquistarmos o nosso objetivo, a arte da escrita persuasiva está presente em tudo aquilo que vemos: desde anúncios televisivos aos mais exorbitantes outdoors que possamos encontrar.</p>
<p>Num breve resumo, todos os meios de persuasão que conhecemos e utilizamos hoje na prática são fruto de um pensamento teórico com 300 anos a.C., principalmente na área de <strong>Marketing </strong>cujo objetivo primordial é a <strong>persuasão do nosso público alvo.</strong> Com isto pergunto: <strong>a arte da retórica e persuasão será copywriting ou filosofia?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Design Inclusivo</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/design-inclusivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 14:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republica45.com/design-inclusivo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>DESIGN PARA TODOS? A ACESSIBILIDADE ONLINE É INCLUSIVA. Todos os dias ouvimos falar de conceitos versus preconceitos! Palavras como diversidade, globalidade, solidariedade e inclusão estão na ordem do dia e,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DESIGN PARA TODOS?</strong><br />
<strong>A ACESSIBILIDADE ONLINE É INCLUSIVA.</strong></p>
<p>Todos os dias ouvimos falar de conceitos versus preconceitos!<br />
Palavras como diversidade, globalidade, solidariedade e inclusão estão na ordem do dia e, por conseguinte, fazem parte das preocupações, aspirações e valores da sociedade a que pertencemos. Neste sentido, vou falar-vos sobre Design Inclusivo, na medida em que este tem como principal objetivo adequar o design tornando-o acessível a todos, contribuindo assim para uma sociedade mais justa. O Design Inclusivo pretende desenvolver produtos ou serviços que respondam às diversas necessidades que as pessoas com deficiência permanente ou temporária possam ter, tornando-se assim uma boa experiência para qualquer um que a utilize, independentemente da sua situação de autonomia.<br />
Podemos considerar os seguintes pontos como os princípios do Design Inclusivo, na perspetiva da criação de uma plataforma online:</p>
<p><strong>1 PROPORCIONAR UMA EXPERIÊNCIA EQUIVALENTE</strong> – A interação na plataforma dever estar focada nas principais tarefas atendendo às necessidades, sem prejudicar o entendimento do conteúdo.<br />
<strong>2 CONSIDERAR A SITUAÇÃO</strong> &#8211; A experiência online deve ser idêntica, independentemente da pessoa ou do tipo de circunstância em que a utiliza.<br />
<strong>3 TER CONSISTÊNCIA</strong> &#8211; Utilizar design/arquitetura de informação familiar, na plataforma online, de modo a tornar a experiência mais adequada e acessível a todos.<br />
<strong>4 DAR O CONTROLE</strong> – O utilizador pode escolher a forma como interagir com o conteúdo e as ações.<br />
<strong>5 OFERECER A ESCOLHA</strong> &#8211; Cada pessoa tem uma forma de pensar e isso permite a cada um tomar a sua própria decisão nas tarefas. Além disso, diferentes circunstâncias podem interferir na forma como as ações são desenvolvidas.<br />
<strong>6 PRIORIZAR CONTEÚDO</strong> &#8211; Organizar conteúdo e layout de forma mais clara e simples, de forma a identificar o principal propósito da experiência e em seguida, destacar as funções, tarefas, recursos e informação para concretizar esse mesmo propósito.<br />
<strong>7 DAR VALOR</strong> &#8211; Considerar uma mais-valia os recursos que melhoram a experiência do utilizador, pois oferecem maneiras eficientes e diversas na sua interação.</p>
<p>Saiba mais sobre Design inclusivo em: <a href="http://designinclusivo.com/">http://designinclusivo.com/</a>.</p>
<p><strong>A inclusão só será plena quando passarmos dos conceitos à prática e a participação de TODOS seja uma realidade.</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bem-estar organizacional</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/bem-estar-organizacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 16:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republica45.com/bem-estar-organizacional/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bem-estar organizacional: estratégia para otimizar resultados e definir o sucesso No mundo atual, muito se tem falado no conceito de bem-estar organizacional. Principalmente, pois é a partir de um ambiente...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Bem-estar organizacional: estratégia para otimizar resultados e definir o sucesso</strong></h2>
<p>No mundo atual, muito se tem falado no conceito de <strong>bem-estar organizacional</strong>. Principalmente, pois é a partir de um ambiente de trabalho saudável que se colhe bons frutos para a organização. Estudos indicam que o <strong>clima na empresa afeta a saúde do colaborador</strong> e a sua produtividade, interferindo no alcance das metas delineadas e na qualidade do que é produzido.</p>
<p>Desta maneira,<strong> </strong>investir no bem-estar dos <em>stakeholders i</em>nternos de uma empresa, tornou-se num dos pilares principais para a sustentabilidade de qualquer negócio. Cada vez mais é dado como adquirido que, para o crescimento constante e sólido de uma organização, é imprescindível definir estratégias de desenvolvimento e de garantia ao bem-estar dos seus funcionários.</p>
<p>Na comunicação organizacional há muito que existe a perceção da necessidade de tornar os funcionários influentes, integrados e informados do que acontece na empresa, fazendo-os sentir parte dela. É desta forma que é gerida a entrada e saída de informações e se estabelecem os canais que possibilitam o relacionamento ágil e transparente da Gestão de Topo e da liderança intermédia com o seu público interno. É também a comunicação interna que viabiliza o conhecimento prévio das opiniões e aspirações dos colaboradores, facilitando a criação de mecanismos capazes de avaliar a satisfação e de fomentar a motivação, agregando valor acrescentado às atividades das organizações.</p>
<p>Para alcançar o sucesso nessa missão, a organização precisa de criar políticas que apoiem o colaborador profissionalmente, apostando em medidas de promoção à <a href="http://blog.gympass.com/saude-organizacional/">saúde</a> física e mental.</p>
<p>Mas, afinal, qual é o segredo das empresas que garantem o <strong>bem-estar organizacional</strong>?</p>
<p>Neste artigo destacaremos <strong>4 </strong>estratégias de negócio que visam um ambiente corporativo saudável e empreendedor e, por sua vez, permitem o <strong>bem-estar organizacional</strong>:</p>
<ol>
<li><strong> <u>Bem-estar organizacional associado à qualidade de vida</u></strong></li>
</ol>
<p>Empresas alinhadas ao mercado e atentas às mudanças no mundo corporativo já sabem: não há como garantir a continuidade dos negócios sem investir na <a href="http://blog.gympass.com/o-que-e-qualidade-de-vida-trabalho/">qualidade de vida</a> dos colaboradores. Mais do que criar oportunidades de crescimento profissional, é preciso compreender o colaborador como um ser humano que tem necessidades físicas e emocionais.</p>
<p>O ponto central é<strong> humanizar as relações de trabalho</strong> para que seja possível equilibrar a vida pessoal e profissional. O tempo que se passa no ambiente organizacional é extenso, logo, é fundamental, especialmente para as lideranças, relacionar o desempenho com o bem-estar das pessoas. <strong>Bom senso</strong> e <strong>flexibilidade</strong> são duas palavras-chave para criar um cenário agradável e saudável para todos.</p>
<ol start="2">
<li><strong> <u>Benefícios e incentivos</u></strong></li>
</ol>
<p>Valorizar o <strong>bem-estar organizacional</strong> passa, necessariamente, pela criação de <a href="http://blog.gympass.com/cases-programas-de-qualidade-de-vida/">programas</a> que dão suporte aos funcionários, com benefícios e incentivos. E esse é um investimento de tempo e dinheiro, com retorno garantido.</p>
<p>Assim, projetos de incentivo à saúde têm sido um diferencial nas organizações. Oferecer seguros médicos privados, assistência médica,  e iniciativas que possibilitem o acesso à prática de desporto, por exemplo, fazem muita diferença na qualidade de vida e consequente performance dos colaboradores. E os efeitos desses benefícios impactarão positivamente nos <strong>resultados da organização</strong>.</p>
<p>É fundamental também que a organização ofereça os recursos necessários para que o colaborador se desenvolva profissionalmente e possa exercer suas atividades com excelência. Nomeadamente a realização de cursos, formações, workshops, conferências, entre outros. Além, claro, de uma atribuição justa de salários. Algumas empresas, têm apostado também em horários mais flexíveis  e um regime de <em>home office</em> ou até híbrido &#8211; (sistema que conjuga um regime tanto de teletrabalho como presencial) – como um incentivo a um maior “<em>work life balance</em>” dos funcionários.</p>
<ol start="3">
<li><strong> <u>Valorização dos colaboradores</u></strong></li>
</ol>
<p>As Empresas que figuram nas<a href="http://www.gptw.com.br/pesquisa-e-benchmark/brasil-2016-grandes.htm"> listas de melhores lugares para se trabalhar</a> mantêm um <strong>diálogo aberto com os colaboradores</strong>. Afinal, só desta maneira é possível compreender quais as suas necessidades individuais e das equipas e, nessa base, estabelecer as melhores estratégias de evolução.</p>
<p>Os canais de comunicação interna (físicos e virtuais, sigilosos ou abertos) e as <a href="http://blog.gympass.com/pesquisas-de-clima-organizacional/">pesquisas de clima</a> também são importantes. Estas ferramentas devem ser bem planeadas pois são as portas de entrada para a opinião dos colaboradores e podem dar origem a ações consistentes. É vital que as lideranças ponham estas ações em prática, mostrando-se recetivos à divergência de opiniões porque com isso, cria-se uma relação de confiança com os funcionários, baseada em transparência e respeito &#8211; essa é também uma forma de valorizar os profissionais da empresa.</p>
<ol start="4">
<li><strong> <u>Flexibilidade organizacional</u></strong></li>
</ol>
<p>Para <a href="https://beecorp.com.br/blog/saude-coletiva/">proporcionar o bem-estar</a> no trabalho, é interessante ser flexível, ou seja, balancear os resultados numéricos ou com base na performance de cada colaborador, com alguns momentos de descontração e relaxamento. Como o ser humano necessita de repouso, e cada pessoa tem suas próprias peculiaridades, é importante procurar equilibrar as coisas. Mas é preciso ter cuidado em como e quando proporcionar essa flexibilidade para não permitir que alguns abusem ou caiam na ociosidade. Essa flexibilidade não pode prejudicar a produtividade ou entrar em conflito com as metas e os objetivos da empresa.</p>
<p>Tenha em mente que colaboradores satisfeitos são mais produtivos e que, para garantir essa motivação, é preciso criar condições propícias a melhorias. Quando um funcionário se sente apoiado pela sua própria empresa e vê nela uma perspetiva de desenvolvimento e crescimento no futuro, a sua motivação nas tarefas corporativas diárias e a sua felicidade aumentam.</p>
<p>Em suma, lembre-se sempre: alcançar o <strong>bem-estar organizacional</strong> é um trabalho intenso e só pode ser bem-sucedido, quando existe uma forte cooperação entre chefias e colaboradores.</p>
<p><strong>Leia mais sobre estes temas aqui: </strong><a href="https://www.aon.com/portugal/observatorio/artigos/como_promover_o_bem-estar_dos_colaboradores.jsp">https://www.aon.com/portugal/observatorio/artigos/como_promover_o_bem-estar_dos_colaboradores.jsp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O regresso do presencial e da dinâmica social</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/o-regresso-do-presencial-e-da-dinamica-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 14:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parece que foi há 10 anos que a COVID-19 nos bateu à porta para dizer que não a vamos poder abrir. Na realidade passaram apenas 19 meses. Com isto tu...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Parece que foi há 10 anos que a COVID-19 nos bateu à porta para dizer que não a vamos poder abrir. Na realidade passaram <strong>apenas 19 meses</strong>. Com isto tu dizes: “Mas ele perdeu a cabeça, 19 meses é uma eternidade”. Digo ‘apenas’, porque parece-me pouco tempo para algo que nos tirou a capacidade de dialogar, manter o foco, de sair à rua e até mesmo de trabalhar. Serei o único a sentir que 19 meses é, de facto, pouco tempo para desfazer todas as capacidades sociais que adquirimos ao longo da vida?</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Shutdown </em>Total</strong></p>
<p style="text-align: justify">Em março de 2020, grande parte das empresas reencaminharam os seus colaboradores para casa sem saber que efeitos poderiam ter no futuro. O plano a curto-prazo passou por proteger um país de um vírus altamente transmissível, e a sociedade uniu-se para cumprir um propósito comum!</p>
<p style="text-align: justify">Agora as empresas entenderam que, ao adotar o teletrabalho, conseguem poupar em imobiliário e aumentar a produtividade, isto porque nós, colaboradores, não sabemos impor limites. Agora o escritório está literal e virtualmente em nossa casa e mesmo que o dia laboral tenha chegado ao fim, um pedido de última da hora acaba por invadir a nossa vida pessoal. Porque deixamos! Bananas.</p>
<p style="text-align: justify">Os estudos psicológicos dos efeitos negativos da pandemia na saúde mental começam a surgir e as empresas a ganhar consciência de que está a haver uma correlação entre a infelicidade no trabalho e o isolamento residencial e ainda têm visto um aumento da rotatividade nos empregos. Sim rotatividade. As pessoas pensam na infelicidade de trabalhar em casa e associam a uma infelicidade geral no emprego! Se te identificas com isto, cautela. Podes estar enganado.</p>
<p style="text-align: justify">Retomando… Agora sim, já vemos as empresas com vontade de voltar ao presencial, e aqui é que entra o busílis da questão:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Estamos nós capazes de voltar a ter uma dinâmica social?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Para quem voltou para o presencial, depois de uma loooonga jornada em casa com os filhos, família ou mesmo sozinhos, cá estamos! De regresso ao presencial e de volta à dinâmica social. Como <em>copywiter</em>, sei que a capacidade de comunicação é importante para o meu trabalho, mas como pessoa, sei que a comunicação é chave para todas as vertentes na vida! Entre colegas, com clientes, numa relação amorosa, com os amigos, família e tudo o resto.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Mas como vou eu ser capaz de voltar a conversar, quando passei os últimos 19 meses em silêncio?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Este regresso pode ser claro como água para os inabaláveis. Vão chegar ao escritório como se nada tivesse acontecido, anunciando a sua chegada como filho pródigo. Agarremo-nos a estes, porque são a nossa salvação.</p>
<p style="text-align: justify">Para os outros… ora bem, com licença&#8230; Para os outros pode ser uma dificuldade extrema voltar de um estado de silêncio para outro onde a comunicação é um <em>must</em> para que o trabalho flua.</p>
<p style="text-align: justify">Sinais de <em>Social Awkwardness:</em></p>
<ul style="text-align: justify">
<li>Incapacidade de entender dicas subtis;</li>
<li>Sentir-se sensível e hiper-vigilante em grupos maiores;</li>
<li>Querer estar ao pé de pessoas, mas quando o fazemos ficamos desconfortáveis;</li>
<li>Ser mais introspetivo do que o normal;</li>
<li>Escolher atividades que evitam contacto com pessoas (ex: Ver Netflix para não atender uma chamada de um amigo);</li>
<li>Usar todos os dias de teletrabalho disponibilizados pela empresa;</li>
<li>Entre muitas outras.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Se quiseres saber mais sobre os efeitos que a pandemia teve nas <em>social skills </em>das pessoas, clica aqui: <a href="https://www.verywellmind.com/how-to-cope-with-social-awkwardness-after-covid-19-5180279">https://www.verywellmind.com/how-to-cope-with-social-awkwardness-after-covid-19-5180279</a>. Se tens dificuldade em perceber estrangeirismos, não é nada que o tradutor do Google Chrome não possa resolver!</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Foge à tentação!</strong></p>
<p style="text-align: justify">Vai haver momentos em que estar calado é o que mais procuras, mas é ideal que esta tentação não te apanhe, se não, tal como um balde de Nutella e uma colher de sobremesa, nunca mais a largas.</p>
<ul style="text-align: justify">
<li>Procura almoçar com a tua equipa;</li>
<li>Procura, de hora em hora, movimentar o corpo e, já que estás nisso, circular pelo escritório e conversar com alguém;</li>
<li>Pratica a tua capacidade de ouvir e faz perguntas de resposta aberta;</li>
<li>Mete conversa com alguém do teu escritório que não conheças;</li>
<li>Permite-te sentir confrangido, deslocado ou envergonhado quando em grupos;</li>
<li>A máquina da água é um <em>spot</em> espetacular para quebrar o gelo;</li>
<li>No caso de tudo falhar: Experimenta dizer, em voz alta, que odeias Nutella, e defende-te da multidão furibunda. (Sim, <em>me gusta la</em> Nutella).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify"><strong>Nada dura para sempre</strong></p>
<p style="text-align: justify">Nada dura para sempre, mas por vezes temos que nos sujeitar à mudança. Escrevo este artigo para todos os que sentem o que eu senti, e tenho a certeza de que não estou sozinho no mundo! Troquei de emprego em plena pandemia, passei de uma empresa formal em teletrabalho para a BYD, uma empresa informal com trabalho presencial. A mudança foi drástica! Passei a estar rodeado de pessoas jovens, alegres e motivadas numa empresa com uma cultura de amizade, animação e entreajuda. Chegar a uma empresa com uma dinâmica social tão forte parece simples, mas também tem os seus desafios. Temos de saber o nosso lugar, não abusar da confiança das pessoas, expor-nos à equipa e estar disponível para interagir. Basicamente, ser quem eramos em fevereiro de 2020.</p>
<p style="text-align: justify">A ideia de mudar de emprego, sair de casa e criar novas dinâmicas sociais parecia trabalho a mais apenas pelo sonho de fazer o que mais gosto. Estar confortável parecia melhor…</p>
<p style="text-align: justify">Agora cá estando, digo que valeu completamente a saída de casa. Em 1 mês ressurgi e espero que seja igualmente rápido para ti!</p>
<p style="text-align: justify">Vamos voltar a ser quem eramos? Social high five!</p>
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		<title>Procrastinação: um processo complicado para pessoas complicadas</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/procrastinacao-um-processo-complicado-para-pessoas-complicadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 10:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não vou mentir… Eu sou uma especialista em procrastinação de nascença. Sei que não estou sozinha nesta luta e que alguns de vocês se vão conseguir identificar, por isso vou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Não vou mentir… Eu sou uma especialista em procrastinação de nascença. Sei que não estou sozinha nesta luta e que alguns de vocês se vão conseguir identificar, por isso vou deixar aqui umas dicas para quem sofre deste síndrome de “vou só dormir sobre o assunto”, como eu.</p>
<p style="text-align: justify">Tudo começou quando me pediram para escrever um artigo para a BYD. Como boa procrastinadora que sou, deixei a tarefa para a véspera do prazo de entrega e, sem ter dedicado tempo a decidir sobre que tema falar, cá estou eu a divagar sobre procrastinação. São 22h20.</p>
<h1>Mas o que é afinal a procrastinação?</h1>
<p style="text-align: justify">Para quem não sabe, procrastinação é o diferimento ou adiamento de uma ação. E segundo a Wikipédia – a melhor enciclopédia para quem quer ter pouco trabalho – esta atitude pode resultar em stress, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros, por não cumprir com as suas responsabilidades e compromissos.</p>
<p style="text-align: justify">Se quiserem saber mais: <a href="https://super.abril.com.br/comportamento/a-ciencia-da-procrastinacao/">https://super.abril.com.br/comportamento/a-ciencia-da-procrastinacao/</a></p>
<p style="text-align: justify">Como não quero que mais ninguém sofra desta absurda condição que é a procrastinação, vou ajudar-vos a se autoidentificarem (sim, há muitos procrastinadores em negação) e lutarem contra estes impulsos.</p>
<h2 style="text-align: justify">Vamos então ao que interessa!</h2>
<p style="text-align: justify">Existem dois tipos de procrastinadores: chamemos ao primeiro, o falso descontraído e ao segundo, o bichinho carpinteiro.</p>
<p style="text-align: justify">O primeiro, como o próprio nome indica, aparenta um grande relaxamento dado as responsabilidades que tem. No entanto, encontra-se apenas em negação, dado que está inconscientemente a fugir e a redirecionar as energias para outras atividades mais prazerosas.</p>
<p style="text-align: justify">No caso do bichinho carpinteiro, assoberbado pela pressão de realizar uma determinada tarefa, sentindo-se incapaz de a completar, acredita piamente que se fizer “uma pausa para ‘destressar’” conseguirá regressar ao trabalho com mais energia. No entanto, esta premissa é falsa e como bichinho carpinteiro que é, não consegue verdadeiramente relaxar e acaba por desperdiçar tempo, aumentar o sentimento de culpa e entrar num círculo vicioso, do qual sai prejudicado.</p>
<h2>Dicas</h2>
<p style="text-align: justify">Uma vez identificados os procrastinadores, passemos às dicas para evitar este comportamento negativo. Tomemos como exemplo lavar a loiça:</p>
<p style="text-align: justify">1 – Definir e avaliar a tarefa a desempenhar. “<em>Ok, lavar a loiça.”</em></p>
<p style="text-align: justify">2 &#8211; Planear com espaço para imprevistos – se necessário criar um calendário ou horário e reunir as condições e materiais necessários. “<em>Momentos a desempenhar a tarefa: almoço e jantar. Materiais: detergente e esponja.”</em></p>
<p style="text-align: justify">3 – Tornar claros os motivos porque desempenhamos determinada tarefa – procurando cumprir o compromisso. “<em>Higiene, realização de ter a cozinha arrumada e porque preciso de loiça para futuras refeições.”</em></p>
<p style="text-align: justify">4 &#8211; Dividir o trabalho em diversas fases, o mais curtas possível. “<em>1- Empilhar a loiça, 2-Ensaboar, 3- Passar por água, 4- Secar”</em></p>
<p style="text-align: justify">5 – Colocar a tarefa mais assustadora no topo da lista, e aproveitar a vontade de evitá-la para resolver todas as outras. “<em>Lavar a panela com arroz queimado no fundo, em primeiro lugar.”</em></p>
<p style="text-align: justify">6 – Aceitar que não é necessário estar com bom humor para realizar uma obrigação. “<em>Não me apetece lavar a loiça, mas vou pôr aqui uma música para ver se animo.”</em></p>
<p style="text-align: justify">7 – Evitar alimentar sentimentos negativos &#8211; Não sou a primeira pessoa a procrastinar e não serei a última. “<em>Quem é que não deixa loiça por lavar de vez em quando?”</em></p>
<p style="text-align: justify">8 – Estabelecer uma data limite, evitando uma infinita procrastinação. “<em>Até às 14h tenho de lavar a loiça. Depois disso tenho outras coisas para fazer…”</em></p>
<p style="text-align: justify">Agora arrumem as pizzas, dirijam-se à cozinha e lavem a pilha de loiça camuflada de bolor, que está no vosso lava-loiças. Para quem não tem loiça para lavar, que aplique estes passos ao trabalho do dia-a-dia, seja copy, designer ou gestor. Marketing digital não se faz no sofá.</p>
<p style="text-align: justify">Espero ter ajudado! Vou dormir uma sesta e a seguir escrevo a conclusão deste artigo. Bem haja.</p>
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		<title>E se fores entrevistado pela Marta Fonseca?</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/e-se-fores-entrevistado-pela-marta-fonseca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 16:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<div id="fws_6a4fcbe0dc17b"  data-column-margin="default" data-midnight="dark"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row"  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer" ><div class="row-bg viewport-desktop"  style=""></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 dark left">
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	<p style="text-align: justify;">A preparação de uma entrevista de trabalho leva muitas vezes a investigar mais sobre a pessoa que nos vai entrevistar. Queremos saber o que faz, o que gosta e como a podemos agradar. Hoje facilitamos-te o processo, e damos-te a conhecer o bicho-papão da BYD, que define se entras ou não nossa nave espa(/e)cial.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://republica45.com/wp-content/uploads/arquivo/uploads/2019/03/Marta_elementos.png"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3928" src="https://republica45.com/wp-content/uploads/arquivo/uploads/2019/03/Marta_elementos.png" /></a>Poderíamos descrever a Marta Fonseca apenas com estas 3 imagens. Mas decidimos ir mais além, para que conheças o que está por trás desta voz de pintainho querido. O que faz com que seja uma chefe tão mãezinha? Seria bom mostrar-vos o segredo, mas infelizmente quando lhe perguntamos qual é o seu cargo na BYD, ela responde “boa pergunta”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Queres saber como conquistá-la? Fica a conhecer o que a encanta (e o que a espanta..):</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Toda a gente tem um talento inútil. Qual é o teu?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Coleccionadora de tralha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se fosses um emoji, qual serias?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> <a href="https://republica45.com/wp-content/uploads/arquivo/uploads/2019/03/emoji.png"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3914" src="https://republica45.com/wp-content/uploads/arquivo/uploads/2019/03/emoji.png" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se tivesses todo o dinheiro do mundo e não engordasses, o que estarias sempre a comer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sushi</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual o teu guilty pleasure?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Backstreet Boys!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual foi a maior vergonha por que passaste na tua vida?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vergonha Alheia? Entrevistar o Tomaz!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como vieste parar à BYD?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Felizes coincidências: vim fazer uma formação à L2G e o Martim quis contratar-me.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Do que mais gostas no teu dia-a-dia de trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estar, falar e ajudar pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual o momento mais marcante que viveste na BYD até hoje?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando fui convidada para sócia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que dirias a um futuro estagiário da BYD no seu primeiro dia de trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se não és louco nós ensinamos-te a ser.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Descreve a BYD numa palavra.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">BYDA!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se tens um bocadinho de loucura tens o lugar garantido connosco. Se não fores&#8230; esmera-te na preparação da tua entrevista e candidata-te a uma <a href="https://republica45.com/join-us/">vaga em marketing digital</a>.</p>
</div>




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		</div>
	</div> 
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			</item>
		<item>
		<title>Team Building BYD 2018</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/team-building-byd-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 08:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://republica45.com/team-building-byd-2018/</guid>

					<description><![CDATA[<p>The post <a href="https://republica45.com/pt-pt/team-building-byd-2018/">Team Building BYD 2018</a> appeared first on <a href="https://republica45.com/pt-pt/">Republica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
		<div id="fws_6a4fcbe0de10d"  data-column-margin="default" data-midnight="dark"  class="wpb_row vc_row-fluid vc_row"  style="padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; "><div class="row-bg-wrap" data-bg-animation="none" data-bg-animation-delay="" data-bg-overlay="false"><div class="inner-wrap row-bg-layer" ><div class="row-bg viewport-desktop"  style=""></div></div></div><div class="row_col_wrap_12 col span_12 dark left">
	<div  class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone "  data-padding-pos="all" data-has-bg-color="false" data-bg-color="" data-bg-opacity="1" data-animation="" data-delay="0" >
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	<p>Estivemos com a Carla Rocha nos estúdios da RFM para o nosso Team Building de Rentrée na fase final de 2018. Há quem lhe tenha chamado &#8220;Team Bullying&#8221;&#8230; percebam porquê no vídeo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1GntrnJOEA8?rel=0&amp;showinfo=0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>




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		</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Porquê anunciar no facebook?</title>
		<link>https://republica45.com/pt-pt/porque-anunciar-no-facebook/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2018 13:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maior parte das empresas hoje em dia, sabem da importância de ter uma página no Facebook. Mas não são todas estas empresas que percebem o quão valioso para o...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maior parte das empresas hoje em dia, sabem da importância de ter uma página no Facebook. Mas não são todas estas empresas que percebem o quão valioso para o seu negócio seria se pensasse em anunciar no <a href="https://republica45.com/redes-sociais-para-o-meu-negocio/">Facebook</a>.</p>
<p>Um dos grandes motivos para ter que anunciar no Facebook, é que o complexo algoritmo do Facebook já há algum tempo não garante que todos os seus posts sejam vistos por todos os seus seguidores. Em média, apenas 1% de seus fãs irão visualizar suas publicações, de forma orgânica.</p>
<h3 style="text-align: center">Porquê anunciar no Facebook?</h3>
<p>Investir em neste tipo de ação pode ser uma forma de complementar os investimentos em conteúdo e SEO para empresas já consolidadas ou ainda antecipar resultados no início, quando a empresa ainda não possui muita presença na internet. Hoje em dia, começar um negócio sem ter uma presença digital relevante ou sequer no Facebook é impensável – e é apenas um passo para anunciar na rede social.</p>
<p>Outro grande motivo para anunciar no Facebook, é o fato de ser um investimento muito mais acessível do que os grandes meios de media tradicionais, e com isso os resultados da publicidade feita no Facebook Ads acabam por se tornar mais tangíveis.</p>
<p>E, por último e digamos que um dos mais importantes motivos: a segmentação. É isto mesmo. Na rede social que contém mais de 1 bilhão de usuários pelo mundo todo, conseguimos segmentar o perfil exato do cliente ideal que você quer que seu anúncio apareça. Incluindo preferências, gostos, interesses, formação e diversas outras. Isto implica que os anúncios que cria acabam por ser mais imediatos e mais exatos, chegando às pessoas certas, da forma certa para ter influência no seu negócio.</p>
<p>E então, já considera anunciar no <a href="http://facebook.com">Facebook</a>? Ainda não? Então entre em contacto com a BYD porque podemos, de certeza, ajudá-lo.</p>
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